"NENHUM PASSO PARA TRÁS!"

Os protestos vêm tomando conta do Brasil. Confira minha opinião.

A FALTA DA VOZ

A torcida do São Paulo, em meio ao ruim desempenho da equipe, pede a volta de Muriciy.

A SELEÇÃO QUE PRECISAMOS

Saiba a minha opinião a respeito dos 11 titulares da Seleção Brasileira.

ESTRELA DE CAMPEÃO

A defesa de Victor foi a maior prova de que o Atlético está no caminho certo para o título.

A POESIA DE NEYMAR

Neymar se despediu ontem do Santos para assinar contrato com o Barcelona.

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3 de mar. de 2013

Festa sem gente



O Rio de Janeiro e o Brasil, de modo geral, são mundialmente conhecidos pela sua alegria no jeito de viver. A Cidade Maravilhosa é frequentemente citada como a capital mundial da felicidade, do Carnaval e do samba, e do futebol.

No Carnaval, a festa é completa. A "torcida" sempre está presente e enche o sambódromo de gente. A felicidade predomina onde o foco principal é o samba.

No futebol, a tendência é ser a mesma coisa: estádios lotados e alegria vindo das arquibancadas. No Rio, porém, parece que falta algo para que a torcida realmente se anime e lote os estádios.

A média de público dificilmente passa dos 5 mil presentes e, mesmo que em clássicos, a torcida não comparece em massa. Ontem e hoje, por exemplo, nas semi-finais da Taça Guanabara, os jogos tiveram cerca de 15 e 17 mil presentes, respectivamente. Para ter uma ideia, em Belém, na final entre Paysandu e Remo, marcaram presença 40 mil pessoas.

Os cariocas alegam a distância do Engenhão para o centro da cidade e o preço dos ingressos. Na realidade, pouco importa. Fanático que é fanático dá sempre um jeitinho e vai prestigiar seu time de coração. Não estou dizendo, de forma alguma, que os torcedores cariocas não sejam fanáticos. Mas que falta gente, falta.

Muito da pouca quantidade de público vem da péssima organização dos Campeonatos Estaduais, que enche a tabela de jogos sem importância. Apesar disso, não é justificativa. A maior prova que dá para colocar um bom público em jogos "pequenos" é o Corinthians, que tem em média 25 mil pessoas por jogo no Paulistão.

Se o Flamengo é detentor da maior torcida do mundo, deixa - e muito - a desejar em média de público. Nesse caso, é possível generalizar: as torcidas do Rio de Janeiro não estão comparecendo.

Uma lástima para uma cidade tão rica em termos de folia. Afinal, futebol também é festa. E festa sem gente, não é nada.


      

11 de set. de 2011

Os líderes que não querem ser líderes

É a 5ª vez que acontece isso.

Corinthians perde,os que estão logo atrás tem a chance de virar líder,mas perdem.

Pode até ser chamada a "sorte de líder",para os corintianos,e os" clubes que não querem ser campeões",usada muito pela imprensa esportiva.

Mas enfim,o Corinthians foi visitar o Fluminense no Engenhão,e parou na excelente defesa do Fluminense.Os cariocas abriram o placar com Fred,e a partir dali passou a se recuar totalmente,como um time pequeno,digamos.No segundo tempo não agiu,assim como o Corinthians fez no primeiro.

São Paulo,Vasco e Botafogo tinham então a chance de assumir a liderança.O paulista encarou o Grêmio,no Olímpico,o Vasco foi visitar o Figueira e o Fogão foi até o Sul enfrentar o Coritiba.

Vasco aparentemente não jogou bem como de costume,e apenas empatou contra o Figueirense,1 a 1.

O Botafogo,apontado pelos jornalistas como o melhor futebol no momento levou um sacode do Coritiba.Limitado a se defender,o time carioca foi levando um gol atrás do outro e viu uma excelente chance de se aproximar ainda mais ir embora,já que ainda tem um jogo a menos que seus rivais.

Com todos esses jogos citados acima acontecendo as 16h00,o São Paulo já tinha o conhecimento que precisava apenas vencer para se tornar líder.Que mais uma vez não o fez.Porque parou no caldeirão do Olímpico e na falta de criatividade ofensiva.

Sorte,ou melhor,eficiência do Fluminense que se aproximou ainda mais do G4 e entra na briga pelo título.

Acaba-se assim o episódio dos "Líderes que não querem ser Líderes" que com certeza terá uma reprise num futuro breve.Podem apostar.