15 de mar de 2013

Habemus Libertadoris


Comecei a competição dizendo que essa Libertadores seria moleza. Ousei ao afirmar que todos os brasileiros passariam com facilidade, e que a disputa seria quase um Brasil x Brasil.

Errei. Esqueci que o torneio em questão era a própria Libertadores da América. Ali mesmo os mais fracos são pedreiras. Você tem que entrar ligado com qualquer que seja o adversário - mesmo contra uma equipe que foi goleada por outra brasileira dentro de casa.

Esse foi o caso do São Paulo nesta quinta-feira à noite. A equipe já havia empatado a primeira partida contra o Arsenal de Sarandí - que levou um 5 a 2 dentro de casa do Atlético Mineiro - e precisava da vitória. Perdeu, e agora corre sério riscos de ser eliminado. Para uma equipe que entrou favorita, é no mínimo decepcionante.


Um dia antes, o Corinthians enfim estreava na Libertadores com a força de atual campeão. Os três primeiros jogos podem até ser desconsiderados - pela morte do Kevin, pela altíssima altitude e, por fim, pela grama sintética. Nada que justificasse, no entanto. Isso aí é Libertadores.

Agora, portanto, começou para valer. Brasileiros correm riscos de serem eliminados, contrariando a minha tese. É como se estivéssemos em um conclave, à espera de um papa que tornasse as coisas mais claras. Agora sim, Habemus Libertadoris!

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